O incentivo à felicidade

O incentivo à felicidade

Por: Jorge Medauar

Encontre um trabalho do qual você goste e você não vai precisar trabalhar nem mais um dia na sua vida!

Gostar do que se faz, então, é uma verdade absoluta, certo? Digamos que… só até a página 2. Tão importante quanto gostar do que se faz é acreditar no que se faz. Você pode gostar do que faz, mas trabalhar longe de casa, o que traz grandes desconfortos. Pode gostar do que faz, mas trabalhar com uma equipe difícil de lidar, o que também levanta questionamentos sobre essa verdade.

Pode gostar do que faz, mas não ganhar o suficiente. Pode gostar do que faz, mas não ter um propósito, uma causa, um sonho a perseguir e realizar. De modo que eu prefiro dizer que quando a gente acredita naquilo o que faz, as coisas mudam. Aí, sim, a gente encontra uma razão para correr atrás, enfrentar a distância, o transporte lotado, encarar uma equipe mal humorada, até ganhar menos do que merecemos.

Acreditar, é o caminho mais curto para se alcançar a felicidade.

O incentivo, enquanto ferramenta de motivação, relacionamento, comunicação e marketing, pode ajudar muito nisso, mas de verdade, não faz milagre. Precisa estar alinhado com os valores da empresa e, por sua vez, com os valores dos seus colaboradores. Se isso não existe, haverá um distanciamento de objetivos, o que acaba por levar ao descontentamento, à falta de compromisso e comprometimento, de ambos os lados.

Assim, a felicidade no trabalho está diretamente ligada aos seus valores. À sua capacidade de lidar com as situações de maneira clara, objetiva, ética, firme, leve e alegre, com desejo de agregar, de integrar, de construir e realizar.

Campanhas de incentivo são substituem estilos de gestão. Uma gestão transparente, que dá feedback, que escuta, que reconhece, que estimula o desenvolvimento, tem meio caminho andado para a criação de um ambiente feliz, de alta performance e produtividade. Desde que você também faça a sua parte, encontrando uma razão forte para estar ali fazendo o que está fazendo.

Não porque você gosta, simplesmente. Mas porque acredita.

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