Diferenças culturais em eventos internacionais

Diferenças culturais em eventos internacionais

Diferentes países possuem diferentes costumes e culturas. O que é normal para um povo pode ser estranho ou até desrespeitoso para outro. Por isso, na hora de organizar um evento corporativo onde os convidados são de diferentes partes do mundo, é importante conhecer as diferenças culturais para evitar possíveis constrangimentos que podem ocorrer simplesmente pela falta de conhecimento. Não se pode esquecer que as diferenças culturais existem, e saber respeitá-las pode fazer toda a diferença no sucesso de um negócio, ou no sucesso de um evento corporativo internacional. Se entre pessoas com a mesma cultura muitas vezes ocorrem problemas de relacionamento, a convivência ou o contato com pessoas com outras culturas pode ser um desafio. E isso tem sido cada vez mais freqüente, com o aumento da globalização. Ter contato com pessoas de outras nacionalidades PE cada dia mais freqüente, principalmente em empresas globais. Saber lidar com tais situações ajuda a construir relacionamentos profissionais mais produtivos e saudáveis. Segundo Fernando Lanzer, autor do livro “Cruzando culturas sem ser atropelado”, “as diferenças culturais afetam nossa maneira de negociar, de fazer contratos, de gerir projetos, de administrar pessoas. Quando não se levam essas diferenças em conta, ocorrem muitos mal-entendidos, desapontamentos, frustrações, e até conflitos podem surgir por causa de um mal-entendido ou de uma expectativa frustrada”. Ele comenta que muito tempo e dinheiro são perdidos por falta de compreensão das diferenças culturais. Para ele, tudo deve ser tratado de forma diferente, desde a maneira de comunicar até o processo decisório. “Quem não conhece o tema só nota quando ocorre uma grande gafe ou um conflito; aí, então, vão descobrir que a origem do conflito foi uma diferença cultural”, explica. Um exemplo simples de diferença cultural está na forma de comprimento entre brasileiros, japoneses e muçulmanos, por exemplo. Enquanto para os muçulmanos um breve contato visual é o suficiente, os japoneses se curvam, como sinal de reverência e respeito. Já para os brasileiros, é comum o toque, como o aperto de mão ou até um beijo. Não ter conhecimento de tais costumes pode gerar situações embaraçosas já no começo do evento. Já no fim do evento, na hora de agradecer ou simplesmente se despedir, em muitos países é trocado um aperto de mão. Na Índia, por exemplo, dizer apenas “Namastê” é suficiente. Os chineses entregam seu cartão de visitas com as duas mãos e esperam que quem o recebe o faça com as duas mãos também, o que pode ser considerado grosseria se não acontecer. O sábado ou domingo pode ser sagrado para algumas culturas, o que deve ser lembrado na hora de agendar o evento, respeitando os convidados. Nos pequenos detalhes é importante conhecer o público convidado. A tolerância e respeito são essenciais para o bom convívio e para evitar frustrações durante seu evento.

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